O que mudou nas regras para uso de drones e o que isso significa para empresas

Equipe ImagemGO

Entenda as novas regras da ANAC e por que contratar uma produtora especializada ficou ainda mais importante

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O uso de drones já faz parte da comunicação de empresas dos mais diversos segmentos. Da construção civil ao agronegócio, passando por eventos, indústria e mercado imobiliário, as imagens aéreas deixaram de ser um diferencial para se tornar uma ferramenta estratégica de marketing.

Mas, em 2026, uma atualização importante na regulamentação brasileira trouxe mudanças que impactam diretamente quem utiliza drones profissionalmente.

Se por um lado as novas regras modernizam o setor e acompanham a evolução da tecnologia, por outro elas reforçam algo que sempre fez diferença: operar um drone profissional exige planejamento, conhecimento técnico e responsabilidade.

Neste artigo, explicamos o que mudou e como essas alterações afetam empresas que contratam serviços de captação aérea.

O que mudou nas regras para drones?

Em junho de 2026, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) publicou o RBAC nº 100, que substitui o antigo RBAC-E nº 94 e estabelece um novo modelo para operações com drones no Brasil. A principal mudança é que as operações deixam de ser classificadas principalmente pelo peso da aeronave e passam a ser avaliadas de acordo com o risco da operação.

Na prática, isso significa que fatores como o local do voo, a proximidade de pessoas, a altura, o tipo de operação e o ambiente onde o drone será utilizado passam a ter um papel mais importante do que apenas o tamanho do equipamento.

A proposta aproxima a regulamentação brasileira dos padrões internacionais e cria um sistema mais flexível, sem abrir mão da segurança operacional.

As novas categorias de operação

Com a nova regulamentação, os voos passaram a ser divididos em três categorias:

Categoria Aberta

Voltada para operações de baixo risco, como voos em linha de visada (VLOS ou EVLOS), respeitando limites operacionais definidos pela ANAC.

Categoria Específica

Destinada a operações que ultrapassam esses limites, exigindo uma avaliação de risco e demonstração de que o voo pode ser realizado com segurança.

Categoria Certificada

Aplicável às operações mais complexas, que exigem certificações adicionais tanto da aeronave quanto do operador e do piloto remoto.

Essa mudança torna a regulamentação mais proporcional: operações simples seguem processos simplificados, enquanto voos mais complexos exigem um nível maior de planejamento e controle.

E os drones menores que 250 gramas?

Outra novidade foi a criação de uma resolução específica para drones com peso de até 250 gramas.

Esses equipamentos passaram a ter regras próprias, mais simples, considerando o menor risco operacional. No entanto, isso não significa que possam ser utilizados sem responsabilidade.

Mesmo para drones leves, continuam valendo normas relacionadas ao acesso ao espaço aéreo, respeito à privacidade, homologação de equipamentos pela Anatel e regras estabelecidas pelo DECEA quando aplicáveis.

O que isso muda para as empresas?

Se a sua empresa contrata uma produtora audiovisual para realizar imagens aéreas, a resposta é simples: praticamente nada muda na experiência de contratação.

Quem precisa acompanhar essas atualizações é a equipe responsável pela operação do drone.

Mas existe um ponto importante. As novas regras deixam ainda mais evidente que uma operação profissional vai muito além de ligar o equipamento e decolar.

Antes mesmo do voo acontecer, existe um trabalho que envolve análise do local, verificação do espaço aéreo, avaliação das condições de segurança, planejamento da operação e cumprimento das exigências dos órgãos competentes.

Quando esse processo é conduzido corretamente, a empresa contratante ganha tranquilidade e reduz riscos desnecessários.

Segurança também faz parte da produção audiovisual

Quando pensamos em um vídeo produzido com drone, normalmente o foco está nas imagens finais.

Pouca gente imagina tudo o que acontece antes da primeira decolagem.

Dependendo do tipo de projeto, a equipe precisa avaliar fatores como:

  • características do local da gravação;
  • proximidade de pessoas e edificações;
  • condições climáticas;
  • restrições do espaço aéreo;
  • necessidade de autorizações específicas;
  • equipamentos mais adequados para a operação.

Esse planejamento garante não apenas imagens de melhor qualidade, mas também uma operação muito mais segura para todos os envolvidos.

Por que contratar uma produtora especializada faz diferença?

Hoje, praticamente qualquer pessoa pode comprar um drone.

O que realmente diferencia uma produtora profissional não é o equipamento, mas a experiência para operar dentro das normas, planejar cada voo e entregar um resultado com qualidade e segurança.

Na prática, isso significa contar com profissionais que entendem tanto de produção audiovisual quanto dos procedimentos necessários para realizar captações aéreas de forma responsável.

É essa combinação que permite produzir imagens impactantes sem comprometer a segurança da operação.

A ImagemGo leva esse cuidado para cada projeto

Na ImagemGo, entendemos que uma boa imagem aérea começa muito antes da decolagem.

Cada operação é planejada considerando as características do projeto, o ambiente da gravação e as normas vigentes, garantindo uma produção segura e alinhada às exigências dos órgãos reguladores.

O resultado são imagens que valorizam empreendimentos, eventos, obras e marcas, sempre com responsabilidade, planejamento e excelência técnica.

Se o seu próximo projeto merece uma nova perspectiva, conte com uma equipe preparada para transformar grandes imagens em grandes histórias.

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